Observações
Trata-se de uma das imagens mais antigas do terreiro. Embora não signifique afirmar que foi a primeira imagem a chegar ao terreiro e/ou a ser a primeira a ser cruzada e fundamentada com ritos de umbanda, tal imagem não possui tantas sofisticações no acabamento nem para o material em que foi produzida. Sua rusticidade, em relação a tantas outras imagens, sugere uma fabricação no início da década de 80, próxima dos anos 70. Além disso, foi restaurada, em 2014, pelo artista plástico pradense, Elias di Prado.